domingo, 20 de março de 2011

O HOMEM NA FAMÍLIA NACIONAL-SOCIALISTA

Todo movimento filosófico e romântico tem sua raiz em uma busca transcendental. E o Nacional Socialismo, neste sentido, não é uma exceção. Não obstante, não parece ficar claro, nos dias de hoje, qual é o papel do homem ariano perante a vida, a família e a revolução. Na atualidade, a grande maioria dos homens e mulheres que se vêem como nacional-socialistas buscam basicamente as mesmas metas entre si, como se estivéssemos falando de militantes comunistas. Por isso, é preciso entender qual é o papel do conceito viril masculino na família.

Para entender de uma maneira mais detalhada a idéia platônica do modelo de elite que deve ser seguido pelo homem ariano, recomendo a leitura do caderno de formação "Cavalgar a Valquíria", de Oscar Panadero, e também o livro "Ordem e disciplina na Europa viril", do mesmo autor, o qual admiro e agradeço a ajuda prestada para entender a visão reservada ao homem ariano. Pois, apesar da forma com que as coisas correm, ainda há homens fiéis à tradição de nossos antepassados.

Os conceitos do feminismo estiveram inseridos em nossas fileiras, tanto em homens quanto em mulheres, levando camaradas a lutar contra o natural. Para tanto, é preciso deixar claro as especificidades de cada sexo. Para isso, utilizarei uma breve explicação.

Homem = Espírito = Luta = Sol = Eterno Masculino
Mulher = Alma = Defesa = Lua = Eterno Feminino
Somente ao se compreender esta breve explicação, será possível estabelecer as diferenças entre o homem e a mulher. Não obstante, não vou tratar mais o tema desta, pois não sou uma mulher e não é minha finalidade ocupar seu lugar.

O homem é simplesmente um ser pertencente a Deus e à terra.
De fato, neste sentido encontramos um dos lemas nacional-socialistas mais comuns entre a maioria dos nossos companheiros de causa: "Sangue e solo", harmonia entre a terra, o carnal e o espiritual. Portanto, é absurdo renegar a parte animal que nos toca enquanto homens. Vou citar alguns exemplos humanos e próprios dos machos animais.

1) O macho de cada espécie busca a comida para que a família não passe fome, enquanto que a fêmea luta até à morte pela sobrevivência dos filhos.
2) Na Roma antiga, os homens permaneciam fora de casa por meses, sem uma necessidade prévia. Faziam-no simplesmente pelo fato de entender que a qualquer momento podiam morrer e traumatizar a pobre família. Por isso, era preciso fazê-la entender que não é papel do pai educar ao seu filho na forma absoluta.
Como se pode observar, o pai sempre ocupou um lugar muito diferente da mãe, pois ele é um símbolo. Não necessita ser matéria, não necessita jogar com os filhos. Não lhe é natural fazê-lo, muito embora isso não signifique que queira menos a seus filhos. Ele simplesmente compreende e acata seu papel biológico na existência da comunidade familiar.
O homem defenderá a família, sempre que for um dever nobre fazê-lo, pois é sua obrigação a defesa do que criou. Entre nossos valores também tem o amor tem espaço. Não obstante, deve-se lembrar que além dele, há outros valores e alguns, em meu julgamento, são até mesmo mais importantes. Assim sendo, o que o homem ariano prefere a ética à repugnante moral que sentem todas as mães para com seus filhos.

Um pai sabe o que é bom e o que não é. Defende a família e inclusive vinga-a, se a causa for nobre, também a ele é um grande dever sacrificar sua família por um pequeno instante de glória e ação correta. As mães, por sua vez, entendem ao filho como o bem mais precioso, mesmo que este seja um homossexual degenerado.

O homem ariano é simplesmente um ser autônomo, que é guiado pelos princípios da ética. Em muitos casos, deve ser duro e até sem sentimentos, pois nada supera a grandeza dos seus valores. Portanto, se você é um homem valente, eu lhe desejo que você seja fiel ao seu ideal, e que abandone, se for preciso, o complemento que sua companheira feminina lhe oferece. E que prossiga a luta, que não duvide jamais da ética e dos sentimentos e que saibas seguir conforme as regras naturais e espirituais que formam o nosso ser.

RAÇA E POTENCIAL

Discordo de todos aqueles que, sendo nacional-socialistas ou não, costumam fazer exaltações já próximas do exagero, no que diz respeito à raça branca, colocando todos os seus indivíduos como verdadeiros super-homens, pessoas absolutas, estudiosas e criativas, donas de comportamentos perfeitos e condutas invejáveis.

O que se passa é compreensível, já que as estatísticas o provam de sobejo: estamos em minoria e caminhamos para uma extinção; quer-se, portanto, na melhor das intenções (não em todos os casos, que fique claro), simplesmente levantar a auto-estima branca.

Penso que na raça, reside um potencial fabuloso. Quero dizer com isso que, em questão nossa, os deuses e as condições nas quais nos desenvolvemos, durante a História, nos foram propícios para o conseqüente destaque em áreas a quem a humanidade como um todo sempre terá de recorrer – quer queira, quer não.

Mas um potencial isolado nunca é suficiente. Assim como o filho de um gênio pode não sê-lo, por circunstâncias das mais diversas, assim um indivíduo branco está susceptível a degenerações em todas as suas variantes; não por seu pertencimento a uma raça específica, mas sim pelo alcance do efeito destrutivo que uma avalanche de propagandas nocivas e orquestrações de valores que acaba se aplicando a todos, sem distinções.

Noto a uma infinidade de jovens dados ao materialismo, onde a busca por parceiros parece ser guiada por status de ordem social, carreiras e até mesmo banditismo.

Vejo jovens brancas retiradas do seio de colônias, com a promessa de seguirem carreiras enquanto modelos. Chega um momento onde o senso politicamente correto cobre por completo, tal como uma lama, a criação correta recebida dos pais. Pelo sucesso, assumem-se como novos cartazes em prol da miscigenação, homossexualismo, vulgaridade adolescente, moda exagerada, feminilidade plástica e anseios outros, que não são mais que fruto do materialismo. E em um ato de corrupção, levam consigo toda uma gama de outras moças que são expostas a isso; não seduzidas, teriam sido grandes mulheres e, por certo, trariam ao mundo seres com um grande potencial.
A tendência é que os semelhantes sigam os passos dos seus demais. Por isso mesmo, a imprensa trata de lapidar uma concepção de casal perfeito: quando não mestiço, é dado às adoções de crianças pertencentes a outras raças. Sabem que nesse ato em si, um número significativo de pessoas irá imitá-los.
Há casos ainda onde a miscigenação é tratada como virtude. Nisto, pais que buscam na relação inter-racial um meio de deixar como que uma boa herança aos filhos. E muitos o fazem sem ao menos prever que atuam como ventríloquos sob o controle de mãos obscuras.

Quando noto nas ruas que jovens descendentes de europeus contraem matrimônio e se tornam mães ou pais tão cedo, de seres que não apenas pertencem a outras raças, mas que, em geral, têm péssima índole, penso em um potencial que se foi.

Isabelli Fontana: "Eu queria ter um filho do Falcão". O que é dizer, potencial jogado ao lixo

Meu elo para com a raça branca é inegável. Certamente que ao ter visto colonos lamentando e chorando por perdas, quando enxurradas destruíram partes de Santa Catarina, senti-me mais tocado que com as vítimas nordestinas, por uma questão de identificação. Mas isso não me faz menos humano.

Exemplo disso foi quando presenciei um atropelamento. Fui testemunha de uma família negra, humilde, que lutava na justiça para conseguir ajudas por parte do infrator, descendente de italianos, que fora imprudente: atropelara um homem que andava próximo da calçada. Ainda mais: na ocasião, estava bêbado e não bastando não ter prestado socorro, fugiu e, diante do juiz, tempos depois, mentira, afirmando que os ajudava com cestas básicas. A vítima ficava paraplégica, dependente para quase tudo.

Eu acredito na minha raça, mas sou dado à idéia de que o elemento humano e o seu caráter pairam sobre tudo.
Irônica é a vida, quando por vezes nossos ideais são mais compreendidos por um sujeito pertencente a outra raça, enquanto que à frente dos canhões democrático-marxistas, seus inimigos têm a mesma origem que a sua. O mesmo combate entre alemães, americanos e ingleses se repete. Eis a História que não muda.

Potencial racial atirado ao lixo


Contudo, alegra-me imensamente recordar uma fusão em torno de princípios em comum, como foi o caso do American Nazi Party com negros islâmicos, na luta contra a miscigenação.

Heidi Klum e Seal são mostrados como exemplos de um casal ideal, quando a intenção é disfarçar o contrário. Com esporádicas exceções, a miscigenação é um peso.

Vejo a dissolução de famílias inteiras por conta do matrimônio que se contrai junto a um estranho.
Não entro do campo discriminatório. Apenas penso que as três raças primárias são diferentes e belas o suficiente para continuarem mantendo intactamente seus princípios de separação, cada qual com seus biótipos, divisões, conflitos e especificidades.

Para aquele que acredita ter encontrado a felicidade no matrimônio ou companhia, estando envolto aos braços de uma doce figura branca, há ainda uma longa jornada a ser seguida. Potencial? Certamente que temos; é preciso despertá-lo. Se a raça branca se degenerou, ou foi degenerada, não nos importa. Cabe-nos por nós o início de uma mudança.

CONSTÂNCIA E COMUNIDADE


Nestes tempos, a única fórmula para que o militante nacional-socialista se mantenha em luta constante está em viver e necessitar desses valores; que estes sejam o seu próprio oxigênio necessário para viver.

Não se mantêm grupos nacional-socialistas nesta época de fracassos e de impossibilidade no campo de ações importantes ou não, mediante votos ridículos, ou mudando seus heróis e mitos por táticas e medos para que, ao fim, não se alcance a nada.

Indo além, não se mantêm dispondo cartazes ou panfletos, ou editando revistas, ou com ações de rua, ainda que estas coisas sejam recomendáveis; isso não manterá o grupo unido, se o militante estiver satisfeito do seu sacrifício.

Apenas como cavaleiros do Graal, tendo a visão dos valores essenciais, a vivência de uma vida com honra, decência, família, fidelidade, amor e compreensão ante a necessidade, sair à natureza, amar os animais, viver a arte nobre e bela; apenas ao compreender a esses princípios necessários, e que estão sendo destruídos sistematicamente pelo sistema, impedindo a possibilidade de elevação pessoal do povo em todos os seus sentidos, é que manterá a luta constante, por uma autêntica necessidade.
É preciso chegar a uma situação dada por esta frase: “Não posso viver sem lutar para que esses valores essenciais sejam os mesmos de minha comunidade”.

E para isso, tais valores éticos valores éticos devem ser os da vida própria do militante, que deve ser guiado por eles.

Assim, a organização nacional-socialista deve se transformar em uma comunidade de vida, não apenas uma ferramenta de atuações.

O movimento de hoje e sempre tem de ser uma comunidade de vida para uma luta constante.

ALGO PRÓPRIO E ESPECIAL PARA SER MOSTRADO
Compreendida essa base, é preciso também que toda associação calcada em valores nacional-socialista pense em uma missão a ser realizada, que a defina e a identifique como tal.

Há um amplo leque de possibilidades. Umas podem se dedicar à arte, à defesa dos animais, à uma política ativista, à religiosidade em todos os seus aspectos, às edições impressas, enfim: o âmbito de atuação pode ser múltiplo.
Mas se você tivesse de escolher um hoje, seria ser um exemplo de vida comunitária, mostrar a imagem bela, amável, sincera e pacífica do nacional-socialismo; mostrar que ser nacional-socialista é algo belo e digno; difundir o amor e a arte, e que a ação seja sempre reflexo desse amor, não do ódio ou rancor diante do inimigo como primeira idéia. O restante é preciso fazê-lo: combater o mal, o inimigo do mundo, a decadência e o poder do dinheiro, mas, acima de tudo, primeiramente é preciso mostrar a beleza e a honra ética do ideal que nos norteia.

Não quero afirmar com isso que não se deva atuar, mas justamente o contrário; no entanto, que essa atuação jamais seja oposta aos valores essenciais, ou por táticas, medos ou compromissos pessoais.

E quando alguém nos dizer que não chegaremos a mudar o mundo, ou que é preciso fazer algo mais, recordaremos a esta poesia:


“Eu sou apenas um,
mas sou um.
Eu não posso fazer tudo,
mas posso fazer algo,
e esse algo que posso fazer
devo-o fazer,
e o que devo fazer,
com a ajuda de Deus,
eu o farei”.


John Howard Payne

A LUTA VISTA POR:

Oliver Goldsmith:

"Nossa maior glória não consiste em nunca termos caído, mas sim em nos reerguermos toda a vez em que caímos".


Bertolt Brecht:

“Há homens que lutam um dia e são bons. Outros, que lutam um ano, e são melhores. Há aqueles ainda que lutam muitos anos, e são muito bons. Porém há os que lutam por toda uma vida: estes são os imprescindíveis”.

José Ortega y Gasset:

“Não queremos lutar: queremos simplesmente vencer. Como isto não é possível, preferimos viver de ilusões e nos contentarmos com proclamar-nos ilusoriamente vencedores no parvo recinto de nossa tertúlia de café, de nosso cassino, de nosso quarto de bandeiras ou simplesmente de nossa imaginação”.

Adolf Hitler

"Só se pode lutar pelo que se ama e só se pode amar o que se respeita e respeitar o que pelo menos se conhece".



Guilherme, o Taciturno:

“Não é imprescindível acreditar na vitória para lutar”.


Giovanni Papini:
“O homem sempre será guerreiro, combatente, herói: deverá lutar contra os ferros e as geadas, contra as marismas e as correntes, contra a escuridão e o terror noturno, contra a selva e a fúria dos mares; finalmente lutará contra seus reis e até contra seus deuses”.

Lúcio Aneu Sêneca:

“Viver é lutar”.

Napoleão Bonaparte:

“O homem superior é impassível por natureza: pouco se lhe dá que o elogiem ou censurem - ele não ouve senão a voz da própria consciência”.


Friedrich Nietzsche:

“Aquele que luta com monstros, deve-se acautelar para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você”.

FAMÍLIA, NACIONAL SOCIALISMO E O BEM-COMUM


Para o Nacional Socialismo, a estrutura familiar tem enorme importância, constituindo uma base sólida para o desenvolvimento de valores essenciais, sobretudo em dias atuais, quando notavelmente se vive como que em meio a um fogo cruzado, no enfrentamento tanto com meios de comunicação como de um sistema educacional cada vez mais corrupto, indisciplinado e nocivo.
De qualquer maneira, tal estrutura não é inquebrantável. E é até mesmo bom que não o seja.

Os conservadores geralmente têm para si uma vida programada, para a qual não se abrem exceções. Se namoram, casam. Se casam, não se separam. Os filhos seguem os passos dos pais, os quais podem determinar dos calçados de escola às escolhas profissionais.

Por constituir uma terceira posição, que tende a se aproximar da naturalidade das coisas, o Nacional Socialismo reconhece as diferenças que a natureza nos concede.

Por certo que as mães ocidentais estão longe de compreender o sentido absoluto do heroísmo que pode viver no espírito daqueles que por elas, foram trazidos ao mundo. Buscam a proteção de sua prole. Entre alguém que simplesmente cumpre suas funções básicas, sem riscos quaisquer, e outro que, ao lutar pelo bem de um povo ou de uma comunidade, coloca sua cabeça a prêmio, é ilógico cogitar: o primeiro caso seria o de um filho todo esperado pela maioria das mães.

Hitler próprio foi um exemplo neste aspecto. Um rebelde, muito embora com causa. Transformara sua rebeldia inicial, na persistência de levar adiante o sonho enquanto pintor, no princípio de ruptura com o conformismo, por um bem-comum. Pela vontade de sua mãe, nada ou pouco teria sido ele.

Nossa família deve ser a primeira a ter consciência da luta que travamos, a qual deve ser demonstrada na prática. Se mal nós nos portamos, necessariamente o sinônimo de luta pela qual vivemos haverá de ser mal visto. Cabe a ela as concordâncias ou discordâncias. Nossa meta é o respeito e a compreensão. Junto à nossa luta, sempre honraremos e defenderemos aqueles que nos são mais próximos.

Mas é preciso dizê-lo: em alguns casos, chegará o momento de ruptura com certos princípios e expectativas familiares. Necessitaremos estar sendo guiados pela consciência de uma escolha correta.

Muitas vezes, a família, o que quer dizer pais, filhos e/ou esposa, não estão aptos para compreender o nosso caminho. Há casos em que lutarão contra nossa vontade, a fazer o possível e o impossível para que deixemos o caminho da suástica.

Este que escreve, por exemplo, teve, em determinada época, seu quarto invadido por familiares. Quando retornava a casa, encontrara como que uma fogueira com tudo o que conseguira ao longo de alguns poucos anos. Contudo, errara em alguns aspectos: a má administração da vida pessoal parecia refletir, aos olhos dos familiares, o que significava o ideal.

Se as gerações futuras deverão repudiá-lo ou venerá-lo por conta do que você segue, é questão secundária, que somente o tempo dirá; o importante é que seguindo adiante, você terá cumprido com as aspirações de seu espírito.
Bem na verdade, boa parte dos nacional-socialistas foi vítima de incompreensão, sobretudo no pós-guerra, dado à orquestração da imprensa oficial, que foi capaz de transformar interesses históricos em crimes, símbolos sagrados em representações do ódio, e saudações nobres em declarações de guerra. Nisto, filhos entregaram pais. Separações. Amizades falsas. Traições das mais diversas.

Tudo o que é belo e maravilhoso tem um preço. O peso da suástica não poderia ser diferente.
Quando o ideal chama, é como um soldado que mesmo em meio a uma guerra que se enfrenta em desvantagem, segue ao cumprimento do dever: honra sua família através de suas ações; ele a mantém em seu coração, e mesmo por vezes sendo incompreendido, rebela-se: não sobrepõe a vontade dos pais ao bem de todo um povo.

Nacional socialismo, legalidade e liberdade de expressão

Este texto tem o intuito de familiarizar a respeito das possibilidades jurídicas de desprender o Nacional Socialismo das garras da ilegalidade. Não tenho a pretensão de esgotar o assunto, e sim convidar os colegas a debaterem sobre o assunto.


Liberdade de Expressão, Liberdade política, e Inconstitucionalidade do art. 20, § 1º, da lei 7.716/89 (Lei de Racismo).
Comecemos transpondo o referido artigo 20, § 1º, da lei 7.716/89: “Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo._
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.”
Vejamos agora o que a Constituição Federal fala sobre liberdade de expressão, em seu Art. 5º:

“IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;

XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;
Entendo haver uma contradição entre a lei do racismo (lei 7716/89), ao menos em seu art. 20, § 1º, e a Constituição Federal, uma vez que a constituição assegura a liberdade política, liberdade de pensamento, liberdade de expressão, a livre expressão da atividade intelectual, artística, etc ... Esta contradição chama-se inconstitucionalidade. Quando uma lei viola, ou é contrária ao que diz a “lei maior” ou seja a Constituição Federal, então a lei menor torna-se inválida, ou seja inconstitucional.

Uma vez que a cruz suástica representando o nazismo, que foi entre outras coisas, um regime político, e a constituição assegura liberdade de pensamento, e não discriminação política, então a lei 7716/99 em seu art. 20 parágrafo primeiro é inconstitucional, devendo ser revogada, extinta do ordenamento jurídico brasileiro. A Constituição assegura a liberdade política.
Em seu inciso XLII, a constituição proíbe o racismo. Ora o nacional socialismo não atenta contra o negro e nem contra nenhuma raça, e tão somente vem a valorizar o orgulho racial branco, que não é racista e sim racialista, pois respeita todas as raças, valoriza suas diferenças tanto que quer preservar a raça branca, de maneira também a preservar outras raças através da idéia de não miscigenação racial. O nacional socialismo não diminui ou ofendem o diferente ao branco, e sim o respeita em sua diferença. A cruz suástica ou gamada, está representando o orgulho racial branco, e não o ódio a outras raças. A suástica não deve ser vista como ameaça, como insulto aos não brancos, e sim como valorização racial, pois todos tem direito de orgulharem-se de sua própria raça, portanto a Cruz gamada não deve ser vista como um ato de racismo, logo não deve haver punição para a ideologia nacional socialista e para a suástica.


Como poderia junto à justiça, ser questionado e derruba a lei 7.716/99 em seu art. 20 parágrafo primeiro.
Através do Controle de Constitucionalidade pode ser questionada a lei de racismo. A Constituição Federal é a condição de validade de todas as leis brasileiras, a partir desta hierarquia deve haver compatibilidade das leis frente a Constituição Federal, sob pena de perda de eficácia das leis não constitucionais, ou seja infraconstitucionais (a exemplo da lei de racismo).
Há duas maneiras jurídicas de se questionar a lei de racismo, que são: Controle de constitucionalidade repressivo por via de exceção e Controle de constitucionalidade repressivo por via de ação direta.

Na pratica, um caso em que pode ser utilizado o controle por via de exceção é quando alguém está sendo processado por possuir e ou distribuir material para divulgação do nazismo, como por exemplo, a posse e venda de camisetas com a cruz suástica. Em questão incidental, antes de analisar a culpa do acusado, deve ser levantada pela defesa a tese de inconstitucionalidade do art. 20, § 1º, da Lei de racismo, pois tal dispositivo ofende o art. 5º, incisos IV, VIII, IX, e KLI. Tais incisos afirmam que é livre a manifestação do pensamento; ninguém será privado de direitos por motivos de convicção filosófica e política; é livre a expressão da atividade intelectual independente de censura; a lei punirá discriminação as liberdades fundamentais. Entendo que estar em posse ou vender ou distribuir uma camiseta com a cruz suástica seja uma forma de manifestação de pensamento e convicção política, filosófica, e a repressão a isto seja considerado uma afronta a liberdade fundamental do individuo como ser político, e como expressão intelectual de um pensamento.

Livro de direito constitucional: “Controle por via de exceção ou incidental opera-se quando qualquer interessado defende direito próprio, num caso concreto, seja como autor ou como réu, alegando como fundamento a inconstitucionalidade da lei. A parte pode alegar a inconstitucionalidade de lei em qualquer processo, perante qualquer juízo, uma vez que essa via diz respeito a um controle difuso de constitucionalidade. Observe-se que a alegação de inconstitucionalidade corresponde a uma questão prejudicial e antecedente ao mérito. A decisão do juiz, caso decida pela inconstitucionalidade valerá apenas para as partes envolvidas, e a lei declarada no caso inconstitucional continuará valendo para outros casos até que o senado federal suspenda sua executoriedade em todo ou em parte”.

Quanto a segunda maneira, o controle por via de ação direta, de maneira a afastar lei inconstitucional do ordenamento jurídico: Será o objeto central da demanda e o julgado valerá para todas as pessoas, pode ser realizado através da Ação direta de Inconstitucionalidade genérica. De acordo com o art. 102, I, a, da Constituição Federal, o Supremo Tribunal Federal irá analisar a inconstitucionalidade da lei frente a Constituição. Todavia, o problema no caso concreto, é que não é qualquer cidadão que estaria legitimado a por exemplo, propor uma Adin (Ação direta de inconstitucionalidade) em face a Lei de Racismo. Somente tem poder para propor tal ação os seguintes: Presidente da República, Senado Federal, Câmara dos deputados, Assembléia e câmara legislativa do distrito federal, o procurador geral da república, O conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Partido político com representação no congresso nacional, e confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. Estes últimos dois legitimados (confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional), devem demonstrar ainda, pertinência temática entre a alegação de inconstitucionalidade e as finalidades institucionais da entidade. Entidade de classe de âmbito nacional seriam associações de classe profissional ou econômica a nível de todo o Brasil. Bem, o difícil seria argumentar qual o interesse de uma entidade desta em lutar pela legalização justa e correta do racialismo branco no Brasil. Talvez se houvesse liberdade e interesse dos brancos para um sindicado com criação baseada na luta pelos direitos dos brancos, pudesse com muito maior facilidade ser pleiteado, através de ADIN, a inconstitucionalidade da lei de racismo, em todo ou em parte.

Desobediência CivilPor fim resta ainda o meio da desobediência civil.
“A desobediência civil significa atitude pública de repúdio, tomada por cidadãos frente a alguma lei injusta, sem contudo, utilizarem-se de violência física e armas. Não se trata de campanha. É ato de resistência à opressão e expressão máxima da liberdade civil, exercida por cidadãos atuantes. Essa atitude não caracteriza crime, pois o crime configura-se pela furtiva e efetiva violação de lei legítima, no mais das vezes com interesses egoísticos. Quase sempre é praticado às escondidas, tal qual as escrituras forjadas por grileiros e assassinatos cometidos na calada da noite.

Nos EUA, entre os anos 1817-62, viveu o escritor, poeta e professor primário Henry D. Thoreau que foi preso por se recusar a pagar impostos, alegando que esse dinheiro seria usado pelo governo na guerra mexicana e serviria para a expansão da escravatura sulista. Na prisão redigiu o importante texto denominado “Desobediência Civil”, que inspirou inúmeros pacifistas pelo mundo todo, dentre eles Leon Tolstoi, Mahatma Gandhi e Martin Luther King Jr. O jurista baiano Rui Barbosa também sempre dizia que quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.

Ademais, é preciso lembrar que resistência passiva ou ativa, sem agressão, não tipifica crime de resistência. Pode-se espernear, esbravejar, agarrar-se a poste, deitar-se no solo, negar-se a abrir a porta ou recusar-se a sair do local desde que não se agrida a autoridade. Se o cidadão xingar, ofender, humilhar, agredir ou desprestigiar a autoridade pública poderá ser enquadrado no crime de desacato, previsto no artigo 331 do Código Penal.”
“(Leituras cotidianas nº 149, 8 de março de 2005. Desobediência civil desarmada Inês do Amaral Büschel Juíza de Direito de SP

Portanto uma passeata e um ato público e pacífico, sem resistência por parte de destemidos irmãos racialistas brancos seria um passo muitíssimo mais importante do que muitos acomodados julgam. Os resultados seriam avassaladores, até que mais e mais camaradas juntassem forças e mantivessem ativos na desobediência civil, como por exemplo desobediência a lei injusta que prevê pena de prisão para quem portar ou distribuir símbolo da cruz suástica. Fatalmente as autoridades teriam de por fim, legalizar a liberdade de expressão aos nacional socialistas. Diga-se liberdade ao Nacional socialismo e não ao racismo e ofensa a outras raças.
No campo político partidário, a Constituição confere inviolabilidade as opiniões de Deputados e Senadores. Art. 53 da CF: “Os Deputados e Senadores são invioláveis civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.” Creio, que um cidadão nacional socialista, se eleito a deputado, poderia revelar seus valores e advogar em nome da divulgação do nacional socialismo, destruindo as falsas alegações de regime político intolerante, desmistificando a imagem ruim, e conscientizando sobre o estilo de vida racialista de orgulho racial pacifico e sem ofensa ao diferente.

Bem, este artigo mostra um pouco das coisas que penso e pesquisei sobre as alternativas jurídicas para a justiça da liberdade de expressão ao racialista no Brasil. Sintam-se livres a opinar.

sábado, 19 de março de 2011

O que é ser branco e ser Ariano

A milhares de anos (entre 5 a 9 mil anos) os indo-europeus espalharam-se da região do Cáucaso (onde seria a atual Rússia) para o resto da Europa e mundo. Estudos indicam que absorveram às populações brancas não indo-européias ja existente na europa, conhecidos como velhos europues brancos.
Para alguns antropólogos e historiadores a raça branca está dividida e subdividida em 3, 4, 5, ou mais grupos e subgrupos. Os 4 grandes grupos seriam: raça branca Nórdica (dolicocéfala loira); raça branca Alpina (braquicéfala morena); raça branca Báltica Oriental (braquicéfala loira, nariz pequeno, pômulos salientes) e raça branca Mediterrânea (dolicocéfala morena). Defensores da preservação racial são unânimes em apontar que existiram muitas gerações de pessoas e povos pelo mundo, e não deve discutir se um branco tem 100% de sangue branco puro ou se tem 3% ou 5% ou 10% de índio, negro, etc. Uma pessoa branca é um europeu com sua grande maioria de ascendentes remotos vindo da europa . Claro que existem muitos milhões de brancos descendentes dos europeus espalhados por todos os continentes.
David Lane, um dos maiores lideres da preservação branca: “Eu vejo beleza numa princesa Celta com cabelos castanhos ou ruivos e olhos verdes. Eu vejo beleza numa deusa Nórdica com olhos azuis e cabelo cor de ouro. Eu vejo beleza na sardenta cara de uma rapariga Irlandesa. Eu vejo heroísmo em Robert Jay Mathews e Richard Scutari com os seus cabelos negros e olhos verdes ou castanhos, assim como Frank Silva, um brüder (membro da Order of Brüder Schweigen) de pele clara com nome francês e português. A sua nobreza é muito superior à de 99% desses “nórdicos perfeitos”, posso afirmá-lo... Para aqueles que se vangloriam da sua “pureza”, devem ter em mente que têm dois pais, 4 avós, 8 bisavós e assim por adiante. Recuem 500 anos e têm um milhão de antepassados. Mais algumas gerações e todos aqueles que habitaram a Europa serão vossos antepassados, incluindo Hunos, Mongóis e Mouros. Não existem Arianos 100% puros desde à 10 mil anos... Porém, nós continuamos a existir como entidade biológica distinta e única.... Se alguém parece Branco, age como Branco, luta pelo Brancos, então ele pertence ao nosso Povo...”
Alguns exemplos que fazem cair por terra o mito difundido de que ariano são somente alemães loiros de olhos azuis: Adolf Hitler não era loiro, e não era Alemão era Austríaco, Joseph Mengele (o mais conhecido médico alemão nazista, e morreu no Brasil) tinha cabelos e olhos escuros, o ministro de propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, tinha cabelos escuros. Bem, estes são apenas alguns exemplos.
Tenho visto muitos ignorantes afirmarem que ter sobrenome silva e possuir olhos negros ou castanhos escuros é coisa de não branco, essa afirmação é falsa, o próprio David Lane afirma heroismo em Frank Silva, de sobrenome "silva" (Português) um mebro da racialista ordem brüder (membro da Order of Brüder Schweigen), e Richard Scutari de olhos castanhos da organização racialista.

O que é ser ariano? ser ariano é simplesmente ser uma pessoa que vive de acordo com o racialismo branco, é ser uma pessoa branca que valoriza a cultura branca, que houve musicas feitas em valor cultural branco, valoriza o modo de vida e os costumes dos povos brancos, luta pela valorização e legalização dos direitos dos brancos racialistas.Portanto, espero ter ajudado aqueles que por completa ignorância e desconhecimento, repetem mentiras como: “só os Alemães são arianos. Para ser ariano tem que ter olho azul e cabelo amarelo...”
Dizer que Português ou Espanhol não é branco é falso, pois são vindos do cáucaso e descendentes dos povos indo-europeus ente outros povos brancos, e logicamente são reconhecidos como brancos em toda a Europa e estados unidos da América.
A mídia e muitos pseudo-pensadores atacam grupos preservacionistas brancos, a partir do argumento de que não existe pureza racial. Acontece que, dentro dos próprios grupos de pureza e preservação racial branca, seus lideres sempre afirmaram que ter um ancestral de muitos milhares de anos, que não seja branco, não quer dizer que a pessoa não é branca. Assim como lideres e sócios de organizações e ongs negras, tem autoridade de se intitularem negros, mesmo a grande maioria deles não tendo a totalidade de 100% de sangue negro, também é de autoridade de grupos racialistas brancos se intitularem brancos. E volto a repetir, não sou eu quem falo isso, e sim os grandes lideres de organizações raciais brancas dos Estados unidos e de toda a Europa.

fontes: subdivisão da raça branca achado em google; texto “o que é ser branco”, de David Lane; texto sobre povos indo-europeus tirado do livro de história cultura dos povos; website white history e racial reality e David Duke, e forum Stormfront.

Identidade

Qual é, hoje, a principal ameaça? A da progressiva desaparição da diversidade do mundo. O nivelamento das pessoas, a redução de todas as culturas a uma «civilização mundial» construída sobre tudo o que há de mais comum. Já hoje, de uma ponta à outra do planeta, se vê erguerem-se o mesmo tipo de construções, instaurarem-se os mesmos hábitos mentais. De Holiday Inn em Howard Johnson, começam-se a desenhar os contornos de um mundo uniformemente cinzento. Viajei muito – por muitos continentes. A alegria que experimentamos no decurso de uma viagem, é a de ver modos de vida ainda enraizados, ver viver com o ritmo que lhes é próprio povos diferentes, de uma outra cor de pele, de uma outra cultura, de uma outra mentalidade – e que se orgulham da sua diferença. Creio que é esta diversidade que faz a riqueza do mundo, e que o igualitarismo está em vias de a matar. É por isso que importa não apenas «respeitar os outros» – apenas com a boca –, mas de, em todo o lado, suscitar o mais legítimo dos anseios que possa haver: o de afirmar uma personalidade diferente de qualquer outra, de defender uma herança, de se governar a si próprio segundo aquilo que realmente se é. E isso implica lutar, frontalmente, contra um pseudo-antirracismo negador das diferenças, e contra um racismo ameaçador que é, ele também, a recusa do Outro – a recusa da diversidade.